Ivan Barsanti

Descrição pendente

Agenda - 568

segunda-feira, 27 de maio de 2019 por Ivan Barsanti

Comemoração
Na solenidade de formatura dos alunos das Faculdades de Administração, Ciências Contábeis, Matemática, Letras e Pedagogia da Associação de Ensino de Itapetininga (OSE) acontecida no último dezembro, no Clube Venâncio Ayres, as professoras (esquerda para direita): Marly Larizzalti Bueno (Linguística-Letras), Matilde de Oliveira e Silva Fogaça de Almeida (Inglês – Letras) e Ester Chichaveke (Literatura Brasileira e Portuguesa-Letras).


A voz I
O cantor itapetiningano Almir Ribeiro, nome artístico de Aldemir Torres Ribeiro (embora nascido em São José da Boa Vista, interior paulista), mesmo depois de sua trágica morte aos vinte e dois anos de idade no Balneário de Punta del Este, Uruguai, em fevereiro de 1958, continua aparecendo na “mídia” nacional. Principalmente quando o assunto é relacionado com música popular brasileira moderna no final da década de 1950. Almir, formado no curso colegial no então Instituto de Educação “Peixoto Gomide” foi para São Paulo em 1955 e a partir de 1956 teve uma carreira meteórica como cantor na então Rádio Tupi e na Televisão da mesma emissora paulistana e também contratado pela Copacabana, importante gravadora na época. Na Televisão Tupi teve um programa só dele, o “Sport Light” e no início de 1958 foi cantar no Cassino San Raphael, em Punta del Este onde morreu afogado num local denominado “Playa Brava”. O itapetiningano Almir Ribeiro aparece como protagonista em, alguns trechos de dois recentes livros biográficos de duas famosas cantoras brasileiras.

A voz II
Estes livros nos quais o cantor itapetiningano Almir Ribeiro é protagonista em alguns capítulos são: “Maysa – Só numa multidão de amores”, de autoria de Lira Neto, 2009, Editora Globo, biografia da cantora paulistana Maysa Matarazzo, autora da canção “Ouça”, entre outras e mãe de Jayme Monjardim, diretor de novelas da TV Globo. Maysa e Almir começaram suas carreiras no mesmo ano (1956) e eram muito amigos. Como Almir, Maysa teve também uma morte trágica (desastre de automóvel, em 1977). E outro livro que Almir Ribeiro é citado é a biografia de Dolores Duran, de título “Dolores Duran – a noite e as canções de uma mulher fascinante”, de autoria de Rodrigo Faour, editora Record, 2012, 1ª edição. Num dos capítulos, o consagrado compositor e poeta Vinícius de Moraes, define Almir Ribeiro como um dos “ricos timbres que já me foi dado a ouvir num cantor popular”. E Vinícius de Moraes vislumbrava que ele (Almir Ribeiro) poderia se transformar no “maior baladista brasileiro de todos os tempos”.

Qual dos dois?
A bibliotecária itapetiningana Maria Cristina Nery ficou na maior dúvida no penúltimo domingo, dez, assistindo pela TNT, canal a cabo, e Monganguá, litoral sul paulista (aonde estava) o “Globo de Ouro”, prêmio dado pelos jornalistas estrangeiros especializados em cinema e televisão que moram (e trabalham) nos Estados Unidos. No quesito melhor ator de séries televisivas, entre cinco interpretes estavam Jon Hamm, o “Don Draper” de “Mad Man” (Homem de Madison, Avenue, New York, USA) e o brasileiro Wagner Moura da série “Narcos” (sobre traficantes) com o ator baiano vivendo o próprio. Ambos os atores são favoritos de Cristina Nery (o terceiro é Domingos Montaigner, galã da próxima “novela das nove” da TV Globo). No final venceu o norte-americano Hamm, de “Mad Man” (que, aliás é considerada pela crítica norte-americana uma das melhores séries de todos os tempos). Para Cristina qualquer um deles (Hamm ou Wagner) que vencesse estava (muito!) bom.

Opinião
Uma das coordenadoras do “Clube do Livro” – projeto “Leia Mulheres”, no sentido de divulgação de escritoras brasileiras (inclusive itapetininganas) e portuguesas, a poetisa Déa Paulino respondendo a uma pergunta do apresentador Fábio Campos no programa “Telescópio”, TVI (de segundas às sextas-feiras, da meio dia e meia até duas horas da tarde) na penúltima quarta-feira, treze, sobre a importância dos livros de auto-ajuda, a mesma respondeu:- “A maioria deles serve apenas para ajudar os autores a ficarem mais ricos”.

Decisão
Mário Celso Rabelo Orsi, o pai, já resolveu. No seu próximo aniversário (oito de março) irá realizar em sua bela casa no Jardim Itália um animado sarau cultural. Mário Celso ciceroneou durante quase um mês seu filho Marcelo (Orsi), artista plástico, que reside numa cidade próxima a Milão, Itália e que voltou para lá na penúltima terça-feira, doze. Mas Marcelo pretende voltar para cá em agosto com um grupo de amigos italianos. Estes querem conhecer o cotidiano, o dia a dia de uma cidade média brasileira.

Meu torrão
Um dos fundadores da Academia Itapetiningana de Letras o médico sanitarista José Maria Gonçalves Bastos, da secretaria estadual da Saúde, aqui, já aposentado, deve ter gostado muito de ver na “mídia”, principalmente televisiva as comemorações dos quatrocentos anos de sua sempre amada Belém, capital do Estado do Pará.

Leitura
Participante de atividades da “Associação do Bem Viver” (próxima a avenida José de Almeida Carvalho) e da “Atualização em Culinária e Economia Doméstica de Itapetininga”, a ACEDI, Graça Domingues não para de ler as crônicas de Olga Pellegrini, no livro “Lembranças entre Brumas” edição de 2015, com prefácio de Cecília de Lara (professora aposentada da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo, a USP). Para Graça Domingues, as crônicas de autoria de Olga (Pellegrini) são revigorantes, repletas de vida e muitas delas lembram uma Itapetininga que, infelizmente, hoje não existe mais”.

Birthdays
Aniversariam os itapetininganos: na próxima terça-feira, vinte e seis, o médico (ouvidos, nariz, garganta), Salvador do Carmo Rodrigues; na quarta-feira, vinte e sete, o empresário Éros Paolo Franciosi e o desembargador Paulo Rubens Soares Hungria Junior; no vinte e oito, numa quinta-feira, o comerciante Antônio Gabriel Legaspe Moucachen e no mesmo dia, Bruno Matarazzo.

Educação artística
Aproveitando suas experiências pedagógicas tanto na Oficina Pedagógica na Diretoria Regional de Ensino daqui como na Escola Estadual “Adherbal de Paula Ferreira” a dinâmica Maria José Braga Falcão doutorou-se com a tese “A professora de nada. Na consciência de uma presença possível: arte no espaço e tempo do cotidiano escolar”, na Faculdade de Educação da Universidade de Sorocaba, a Uniso.